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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Arte e Cultura




Talentos da Escola

Pelo quinto ano consecutivo acontece, em Ribeira do Amparo, pelo Colégio Estadual Josefa Soares de Oliveira, o Festival Anual da Canção Estudantil (FACE).

O F.A.C.E, reúne e revela vários talentos de todas as escolas estaduais da Bahia, e no dia primeiro de outubro do corrente ano foi a vez do colégio Josefa Soares, o evento que já virou tradição aconteceu na praça Daniel de Souza oliveira.

Esse festival além de revelar alunos cantores, o mesmo ainda revela autores, já que uma das únicas condições para participar é que o aluno tem que escrever uma música ou interpreta-la e essa tem que ser inédita, ou seja, de sua própria autoria ou de outro aluno que esteja inscrito. No  1º ano e no 2º ano do festival o vencedor foi o aluno Manuel, e no 3º ano o aluno Eric Michel, e no 4º ano foi à aluna Michele Menezes, onde os mesmos se dedicaram ao máximo e encantaram a todos com suas canções.


 




E esse ano não foi diferente, os alunos se esforçaram e apresentaram lindas canções, cada uma com ritmos e estilos diferentes, mas todos com a mesma garra e talento. Os alunos Michele Santos, Manuela Santine, Joice Balzack, Thalita Wickelly, Rander Maylan e Renilton Santos (nesta mesma ordem, nas fotos acima) fizeram e apresentaram seus talentos para os alunos do colégio e para as demais pessoas que lá estavam. 

Quem ficou em primeiro lugar e foi classificada para a próxima etapa, foi à aluna Thalita Wickelly, do 3°ano A vespertino, que encantou a todos e principalmente os jurados com a música “Guerreiros e fortes”, da sua autoria. No mesmo dia também aconteceu o (TAL) Tempo de Arte Literária, esse festival de poesia acontece no colégio pelo 2º ano consecutivo, e também revela vários poetas.

Por: Michele Menezes

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

História

O ENGENHO DO NEGO DA VELHA ANA


Localizado numa pequena localidade, chamada Fazenda Alto, município de Ribeira do Amparo, o engenho foi (re)construído há mais de 20 anos, por Francisco Macedo (foto abaixo), mais conhecido como Nego da Velha Ana. 


Lavrador e pai de família, seu Francisco quis continuar o que sua mãe havia começado, então quando ela morreu resolveu reformar o engenho de sua mãe,  e se dedicar a produção de Rapadura de cana-de-açúcar . Junto com ele trabalham 5 pessoas na produção da rapadura. Seu Francisco conta que seus filhos não pensam em manter a tradição, mas mesmo com idade já avançada, continua trabalhando muito para manter o Engenho, e continuar a fabricação da Rapadura (para comercializar ), um doce tradicional da cultura nordestina 

Segundo seu Francisco não mudou muita coisa na fabricação da rapadura. Por causa da falta de preocupação das pessoas com o meio ambiente, as canas- de- açúcar não tem mais a mesma qualidade, agora na fabricação do doce é preciso acrescentar açúcar industrializado, o que antes não precisava.

Processo para a fabricação da Rapadura de cana-de-açúcar: 

Em um carro de boi, a cana de açúcar é trazida até o engenho;




Ao chegar ao engenho a cana-de-açúcar é colocada na moenda,para extrair o caldo da cana,que cai em um coxo embaixo da moenda , e do coxo o caldo, através de um cano, vai direto para dentro do engenho.


Dentro do engenho, o caldo da cana é colocado em tigelas grandes e levado ao forno de lenha. Depois de cozido é colocado em pequenas tigelas onde o caldo é mexido à mão, e depois é colocado nas formas onde irão ficar ate esfriar totalmente, e ganhar a forma da rapadura. 



Depois de pronta a rapadura é embalada e comercializada. 

Colégio Estadual Josefa Soares
2º Ano A - Equipe 01
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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cultura

QUEM DISSE QUE O SÃO JOÃO MORREU?

Apesar de uma cultura mal preservada pela administração, a sociedade ribeirense vem tentando a cada dia resgatá-la.

Um exemplo desse resgate vem acontecendo neste mês de junho e no mês seguinte, com os festejos juninos e julinos, onde muitas comunidades se unem entre si e executam apresentações e eventos que na maioria das vezes a renda arrecadada é em beneficio da própria comunidade. Como aconteceu nas comunidades do Pimentel e a do Cabo Verde, onde ­boa parte da renda foi para as associações de cada uma delas.




Entretanto muitas pessoas, principalmente os jovens, por desconhecerem ou por falta de incentivo se ignoram a participar como “atores” principais e agem como “coadjuvantes”, porém a localidade do Cabo Verde vem mostrando há 3 anos que seus jovens estão bem atuantes, um forte exemplo dessa participação é a quadrilha que é constituída pelos jovens de todas as idades e que esse ano, como nos outros, abrilhantou a todos os presentes com seus inúmeros passos de dança junina.

Mas não é só nessas localidades que acontecem esse resgate, mas também em outras e principalmente nas zonas rurais e nos povoados, mostrando que a união dos MORADORES podem sim resgatar um pouco da cultura que vem sendo “apagada” pela atual administração.

Por: Michele Menezes

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Cultura

BANDA DE PÍFANOS DAS BATATAS

Vídeo com a banda de pífanos da minha cidade, Ribeira do Amparo, uma das mais belas manifestações da cultura popular, que aprendi a amar e valorizar com a minha mãe, pois desde cedo ela nos falava da sua importância e beleza. Neste vídeo eles estavam na minha casa, por ocasião da festa da padroeira da cidade, em Novembro de 2011.

Esta banda de pífanos, mais conhecida como Zabumba, pertence a localidade de Batatas, e a sua história está predominantemente ligada a família do Mestre Rodrigues, um dos mais conhecido e respeitados pedreiros de Ribeira do Amparo. Estimativas indicam que a Zabumba tem uma formação secular.

Precisamos cada vez mais incentivar a valorização e o respeito a essa tradição, para que continue presente por muitas gerações.

Com vocês, Papinha, Buiú, Zé do Beca e Preto, em:


Por Professora Daiane Oliveira

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

FACE

Na quinta, dia 27 de julho de 2009, foi realizado no nosso município
o II Festival Anual da Canção Estudantil - FACE. Pelo segundo ano
consecutivo os alunos e alunas do Colégio Estadual Josefa Soares de
Oliveira e do Colégio Tancredo Neves, reuniram-se na praça local
para apresentarem as canções, feitas em sala de aula.

Ao todo foram apresentadas 10 canções, dentre elas destacaram-se
duas, que foram escolhidas pelo público e pelos jurados.
Representando o colégio Josefa Soares, o aluno Manoel Martins,
compositor e intérprete da canção: Quem é o culpado?, e representando
o colégio Tancredo Neves foi escolhida a aluna Sueide, compositora e
intérprete da canção: Volte pra mim.

Foi realmente uma noite incrível, quem pôde estar presente viu e aplaudiu
o talento, a atitude, e a coragem de cada um daqueles(as) estudantes.

Equipe 01, Terceiro Ano B